Chapada Diamantina

*GEOLOGIA:
A região onde hoje se localiza a maior Chapada do Brasil, há aproximadamente 1,5 bilhão de anos era mar. A movimentação de placas tectônicas e a forte atividade vulcânica resultaram na formação das fendas, depressões e elevações que hoje caracterizam a Chapada e que deram início à bacia sedimentar do Espinhaço e à Serra do Espinhaço (que é onde a Chapada Diamantina está localizada), que por suas singularidades quanto à formação e forma, pode ser classificada como a única cordilheira do Brasil.
O resultado é o embasamento cristalino de gnaisses, granitos e rochas sedimentares prevalecentes na Chapada.
Desde 27 de junho de 2005 a Serra do Espinhaço foi reconhecida como a sétima reserva da biosfera brasileira pela Unesco, sua importância por ser um importante divisor de águas no Brasil Central, por ter espécies endêmicas em sua flora e fauna e por ser uma das maiores formações de campos rupestres do território brasileiro.

*FLORA E FAUNA:
A vegetação da região envolve mata atlântica, campos rupestres, agrestes e caatinga sem falar da grande variedade de orquídeas, bromélias, trepadeiras e plantas medicinais.
A fauna encontrada na Chapada Diamantina também é muito rica e variada e lá encontramos o Lobo Guará, o famoso beija-flor-gravatinha-vermelha que pode ser encontrado a mais de mil metros de altitude, além do tamanduá bandeira e da mixila, pássaros, répteis, tatus, porcos espinho, gatos selvagens, capivaras e tantos outros.

*HISTORIA:
O nome da região deveu-se à produção de diamantes, mas foi inicialmente povoada por criadores de gado e produtores de café que conviviam com comunidades quilombolas. Posteriormente, veio a descoberta do diamante e o povoado aumentou com a chegada de garimpeiros. Entre os anos de 1845 e 1871, a cidade de Lençóis foi a maior produtora mundial de diamantes. Foi também a terceira cidade mais importante do estado da Bahia. A riqueza obtida pela venda do diamante fez florescer um comércio local pujante, com diversos produtos importados da Europa.
Data-se desta época a construção dos sobrados e edifícios mais suntuosos que ainda podem ser visitados pelos turistas. Atualmente o diamante não é mais explorado e o turismo é uma das atividades econômicas mais importantes movimentando turistas do Brasil e de todo o mundo, atraídos pela extrema beleza cênica, natureza preservada e a receptividade dos moradores locais.
Após a época do garimpo a região ficou esquecida, sendo novamente descoberta pelos amantes de natureza que viram neste paraíso um ecossistema único. Em 17 de setembro de 1985, foi criado o Parque Nacional da Chapada Diamantina com 110 km de perímetro e 1.520 km quadrados de área que guarda uma riqueza de beleza e raridade natural.
Hoje além do turismo, a economia da região é baseada na agricultura com relevância para o café, , pecuária e apicultura.

*GEOGRAFIA:
A Chapada Diamantina espalha-se por uma área de 41.751 km2 está localizada na Bahia Central e inclui-se na Serra do Espinhaço, e reconhecida como a 7ª reserva da biosfera brasileira pela Unesco, desde 27 de junho de 2005). A Chapada Diamantina envolve 24 municípios da região. Já o Parque Nacional da Chapada Diamantina abrange 7 municípios, sendo que os 5 mais importantes são Lençóis, Palmeiras, Andaraí, Mucugê e Ibicoara.
* Lençóis é a cidade com a maior infraestrutura hoteleira, restaurantes, rodoviária e aeroporto e onde se encontram os famosos casarões coloniais.
* Palmeiras é porta de entrada para o Vale do Capão e conta com vários atrativos, um deles o famoso Morro do Pai Inácio.
* Andaraí é o ponto final da trilha do Vale do Pati, e conta com uma pequena infraestrutura, além do charme dos casarões. Além disso, em Andaraí fica o distrito de Igatu (também conhecida como Machu Picchu tupiniquim), um vilarejo que foi muito habitado na época do garimpo e hoje tem muitas casas e ruínas de pedra. Outro atrativo da cidade é a Galeria Arte & Memória que é um museu do diamante a céu aberto.
* Mucugê possui em sua área muitas grutas, serras, cachoeiras e rios. Dois exemplos de atrativos são o Cachoeirão e o Poço Encantado. A cidade é bem charmosa e abriga o famoso cemitério bizantino que foi construído no o século 19. A estrutura hoteleira é bem variada.
* Ibicoara é a cidade que abriga duas das cachoeiras mais bonitas da região: Cachoeira da Fumacinha e Cachoeira do Buracão.

*HOSPEDAGEM:
Lençóis: Aqui temos uma grande variedade hoteleira e onde estão os hotéis mais renomados da região como o Canto das Águas e Hotel de Lençóis, passando pelos intermediários como a Estalagem do Alcino (o melhor café da manhã de Lençóis num antigo casarão baiano, ideal para quem viaja sozinho) e a pousada Vila Serrano, até as mais simples, porém confortáveis, como a Pouso da Trilha e Canto no Bosque.

Vale do Capão: Trabalhamos com a Pousada do Capão que fica a 3km dos bares e restaurantes da região e que oferece jantar. Simplesmente a pousada com a melhor vista da região. Vale a pena conferir.

Mucugê: Trabalhamos com a Pousada Mucugê que está sediada em um casarão antigo e localizada bem no centro da cidade.

Igatu: Trabalhamos com a Pedras de Igatu que é pequena e charmosa e está no coração da cidade (que é pequena e assim sendo,tudo fica próximo).

*COMO CHEGAR:
- É fácil chegar à Chapada Diamantina, há voos saindo de Salvador (às quintas e aos domingos) ou de Belo Horizonte (às quartas, sábados e domingos), ônibus rodoviários saindo de Salvador numa viagem de 6 horas de estrada e saídas todos os dias (são 3 horários por dia), ou para quem preferir há a possibilidade de se alugar um carro.

*LOCALIZAÇÃO:
- A Chapada Diamantina esta localizada na região central da Bahia e a cidade de Lençóis fica a aproximadamente 420 km de Salvador.

O centro de Lençóis está á 426 km de Salvador, 24 km do aeroporto de Lençóis e 240 metros da rodoviária de Lençóis.
O Vale do Capão/Palmeiras está 475 km de Salvador, 74 km do aeroporto de Lençóis e 73 km da rodoviária de Lençóis.
Igatu está 442 km de Salvador, 91 km do aeroporto de Lençóis e 112 km da rodoviária de Lençóis.
Mucugê está 478 km de Salvador, 126 km do aeroporto de Lençóis e 147 km da rodoviária de Lençóis

*ATRATIVOS:
- A região conta com uma infinidade de atrativos tais como grutas, cânions, morros, vales, cachoeiras, rios e lagoas. Os principais são:

- Morro do Pai Inácio: está localizado na cidade de Palmeiras a 22km de Lençóis e o acesso é feito por uma subida íngreme de aproximadamente 300 metros (20 minutos de caminhada). No seu topo é possível ter uma vista panorâmica da região, principalmente no pôr do sol em que a mistura das cores do céu e da luz nas montanhas deixa a paisagem perfeita.

- Morro do Castelo: o atrativo está dentro do famoso Vale do Pati, a 1.470 metros acima do nível mar e sua trilha é de mais ou menos 8 horas (ida e volta) em terreno rochoso e íngreme com vegetação montanhosa. No topo do Morro encontramos a Gruta do Morro do Castelo com uma fonte de água potável em seu interior.

- Morrão: ou Monte Tabor, como também pode ser conhecido. Pode ser visto de vários locais da Chapada Diamantina e sua forma varia dependendo do ângulo sob o qual se olhe. Podem ser acessados através de diferentes trilhas na Chapada e está localizado entre as Serras do Morrão e Sobradinho. Aos pés do Morrão você encontra a Cachoeira Águas Claras também conhecida como Toca das Águas Claras por ter águas mais claras que outros rios na Chapada.

- Cachoeira do Buracão: é uma das cachoeiras mais conhecidas da região por ter 85 metros de queda. O acesso para se desfrutar dessa cachoeira é a nado ou em época de seca pelas pedras na lateral de um cânion de águas escuras.
A trilha é de 6km, praticamente plana com descida e subida somente ao se aproximar da cachoeira.

- Cachoeira da Fumaça: é a 2ª maior cachoeira do Brasil, com 340 metros de queda livre (perde a liderança para uma cachoeira na Amazônia conhecida como cachoeira do El Dorado que tem 353 metros de queda livre) .
A trilha tem 6km de extensão, sendo os primeiros 2km de subida íngreme e o restante plano.

- Cachoeira da Fumacinha: com 100 metros de altura, é com certeza uma das mais belas e intocadas cachoeiras da Chapada já que o acesso a ela não é tão simples. É necessário dormir numa cidade próxima ou no camping do Baixão para poder sair bem cedo e iniciar a aventura. São aproximadamente 9km de trilha que mescla terreno de mata e beira de rio caminhando pelas pedras.

- Cachoeira do Mosquito: é um dos poucos locais com acesso disponível para cadeirantes que podem ver a cachoeira de um mirante. A trilha para tomar banho nesta cachoeira tem com 3km de extensão. A cachoeira ganhou este nome por conta dos pequenos diamantes que foram encontrados na região, que de tão pequenos se pareciam com mosquitos.

- Complexo Arqueológico Serra das Paridas: também conhecida como Serra das Guaribas, trata-se de 18 sítios arqueológicos com pinturas das mais variadas formas.
Fica a 36 km de carro de Lençóis e o passeio é bem leve e tranquilo.

- Serrano, Salão de Areias, Poço Halley, Cachoeirinha e Primavera: são cachoeiras próximas a Lençóis em que é possível sair à pé e conhecer uma em seguida à outra. Como referência, de Lençóis para o Serrano são 1,5km, Serrano para o Salão de Areias são 500m, Salão de Areias para Cachoeirinha são 500m, Cachoeirinha para Primavera é 1km de subida, Primavera para o Mirante de Lençóis são 300m, Mirante para o Lençóis são 2km.

- Cachoeira do Funil e Lajedo: são aproximadamente 2,5km de trilha saindo da casa de um morador no Vale do Pati. Nesse passeio é possível tomar banho e aproveitar a região.

- Ribeirão do Meio: fica a 6km de Lençóis, sendo 50 min de ida e 50 min de volta. Ideal para quem quer se divertir, pois possui um escorrega natural que termina num poço de água ideal para banho.

- Cachoeira do Sossego: são 14km de trilha difícil em que parte dela é em terreno de trilha e outra parte beirando o rio sendo que em alguns trechos é necessário saltar as pedras. Como ela está próxima de Lençóis pode-se sair à pé para cachoeira.
Esta cachoeira é uma das mais bonitas de Lençóis e durante o caminho é possível ver antigos garimpos e paredões de pedra.

- Cachoeirão: é a 4ª maior cachoeira do Brasil e com 270 metros de queda e está localizada no Vale do Pati. O Acesso é através de trilha em parte sobre rochas e em parte na mata com subidas e descidas. De caminhada são 19 km ao todo.

- Cachoeira do Riachinho: fica localizada entre o Capão e Palmeiras, é uma cachoeira de 12 metros de altura com várias quedas e um poço para relaxar e aproveitar. A trilha para chegar nessa cachoeira é bem fácil.

- Cachoeira da Purificação e Cachoeira da Angélica: o acesso é pela Vila do Bomba que fica a 8km do Vale do Capão. A trilha para a Cachoeira da Angélica é de 15 minutos em caminhada fácil, já para a da Purificação a trilha é de mais ou menos 1 hora, mas esta possui três poços para banho e vale a pena seguir até o terceiro que é o maior e mais surpreendente.

- Cachoeira do Rio Preto e Cachoeira das Rodas: saindo do Capão você segue por uma trilha de 1h30m para chegar até a Cachoeira do Rio Preto e na volta você passa pela Cachoeira das Rodas que tem uma vista deslumbrante e uma piscina natural.

- Poço do Gavião: este também fica próximo ao Vale do Capão, e o acesso é através de uma caminhada de 2 horas. Durante o trajeto é possível apreciar a flora da região com suas orquídeas, bromélias e plantas nativas, além de uma paisagem indescritível para o Morrão.

- Cachoeira do Mixila: fica próxima de Lençóis e para visitá-la o ideal seria um roteiro conjugado com a Cachoeira do Capivari e o Poção.

- Cachoeira do Ramalho: com uma queda de 90 metros é considerado um dos passeios mais bonitos da região (Andarai). Se houver interesse é possível conjugar este atrativo com o Poço Fervedor.

- Cachoeira das Três Barras, Cachoeira dos Cristais e Cachoeira do Bequinho: é possível visitar essas três cachoeiras no mesmo dia saindo de Andaraí ou Igatu.A trilha, com 1h30 de caminhada de nível moderado passa por alguns trechos no leito do rio e alguns de descida íngreme. A primeira a se acessar é a Três Barras que conta com um delicioso poço pra banho; em seguida, numa trilha fácil, vem a Cachoeira dos Cristais que tem uma queda de 110 metros de altura.

- Cachoeira da Califórnia: é uma pequena cachoeira em Igatu que tem uma queda de 10 metros de altura onde se pode desfrutar de um banho gostoso e relaxante.

- Cachoeira dos Pombos, do Córrego e do Meio: são as cachoeiras próximas a Igatu e de fácil acesso que visitantes e moradores frequentam ().

- Cachoeira do Licuri: localizada em Ibicoara, essa cachoeira possui uma queda de 73 metros de altura e durante a caminhada de acesso a ela você pode parar em outras cachoeiras que ficam no mesmo complexo. O final do passeio pode ser na comunidade da Raposa com um paredão de pinturas rupestres ou para quem tem mais disposição, na cachoeira das Raízes que fica a 1h de caminhada.

- Cachoeira Encantada: essa cachoeira pode ser acessada de duas formas por cima que é a trilha normal, ou por baixo para nadar dentro do cânion do grotão e aproveitar o banho, mas em ambos os casos você vislumbra cânions de 400 metros, além fauna rica e variada.

- Cachoeira do Herculano: deliciosa cachoeira com queda de 100 metros de altura.

- Cachoeira dos Funis, das Andorinhas e Cânion das Sete Quedas: é possível realizar as 3 cachoeiras no mesmo dia, começando pela dos Funis, passando pelo Cânion e finalizando na das Andorinhas onde é possível aproveitar um banho de hidromassagem.

- Cachoeira do Fraga: é a principal cachoeira da região do Rio de Contas, sendo seu principal cartão postal. Possui três grandes quedas e poços para banho.

- Rampa do Caim: é a antiga rota dos garimpeiros que proporciona uma vista deslumbrante do Vale do Pati e do Rio Paraguaçu.

- Vale do Pati: é considerado o trekking mais bonito do Brasil com a melhor localização, bem no coração do Parque Nacional da Chapada Diamantina. É possível realizar um trekking curto ou então o mais longo com 5 dias no Vale conhecendo cachoeiras e atrativos exuberantes e desfrutando de uma experiência única que é dormir na casa de moradores locais.

- Marimbus: região alagada da Chapada Diamantina conhecida com o mini pantanal da Chapada. O passeio é realizado por canoa e é bem tranquilo.

- Poço Azul: com 20 metros de profundidade é possível realizar uma flutuação em suas águas cristalinas. A melhor época para visitar este atrativo é de fevereiro a outubro das 12h30 até as 14h quando os raios solares entram na gruta e possibilitam m o efeito do azul e a visão do fundo do poço.

- Poço Encantando: este poço tem 60 metros de profundidade e 70 de largura com águas cristalinas com um azul sem igual. A melhor época para visitar este atrativo é de abril a setembro, das 10h até 13h30 que é quando os raios solares entram na gruta.

- Praias do Paraguaçu: ficam próximas de Andaraí e
- Rio Mucugezinho e Poço do Diabo: trata-se de um rio com vários poços para banho sendo o principal deles o Poço do Diabo que conta com uma queda de 20 metros de altura com possibilidade de se fazer rapel.

- Gruta Azul e Gruta da Pratinha: Ambas localizadas na Pratinha, sendo que na Gruta Azul com 70 metros de profundidade não é possível nadar. A época ideal para se conhecer a Gruta Azul é de abril a setembro das 14h até as 15h, período em que o feixe de luz invade a gruta e proporciona um azul deslumbrante na água.
A Gruta da Pratinha é possível ser visitada durante o ano inteiro além de se poder nadar e realizar uma tirolesa.

- Gruta Lapa Doce: é considerada a 2ª maior gruta do Brasil e já foi palco de filmes, novelas além de muita reportagem. A gruta possui 72 metros de altura e 42 km de extensão.

- Gruta da Torrinha: são 17 km de extensão e é considerada uma caverna completa já que conta com raras estalactites, estalagmites e helictites.

- Pico das Almas, do Itobira e APA Serra do Barbado: são os três picos mais altos do Nordeste e são considerados patrimônio cultural. Do topo do Itobira é possível se maravilhar com uma vista deslumbrante do Gerais de Mucugê. Abriga diversas espécies de plantas e o passeio oferece paisagens de tirar o fôlego e a caminhada é de moderada a difícil.

*ROTEIROS:
- A Chapada conta com uma diversidade enorme de roteiros, desde pacotes leves, com caminhadas para crianças e idosos a trekkings que podem sempre ser formatados totalmente sob medida. Para se ter uma real sensação de que conheceu bem a região o ideal é dedicar 8 dias somente na Chapada, assim poderá conhecer bem o norte e sul (claro que faltará muitos atrativos, por isso o ideal é voltar para realizar novos passeios).

*DICAS:
- Legal sempre ficar atento ao calendário festivo da Chapada, já que em algumas datas a cidade fica mais cheia e a confirmação de viagens e passeios é mais difícil, além estar menos sossegada do que se tem em datas normais, o que para alguns é ótimo mas para outros pode ser um problema. Segue o calendário anual (lembrando que o ideal é consultar-nos sobre a data):
• Folia dos Reis: geralmente acontece de 24/12 a 06/01, festa para homenagear os três reis magos.
• Marujada: realizada no final de janeiro (em Lençóis é realizada na Festa do Senhor dos Passos) e trata-se de uma homenagem aos marujos.
• Boi Estrela de Igatu: trata-se de uma festa adaptada do bumba meu boi que homenageia o brilho do diamante que foi muito forte na região; é realizada durante a festa de São Sebastião padroeiro de Igatu.
• Festas Juninas: como em praticamente todo o Nordeste a cultura de festa junina é bem forte e a Chapada não fica para trás, principalmente no dia de São João.
• Festival de Inverno: apesar de o nome dizer inverno o mesmo é realizado na primavera, mais precisamente em outubro, próximo ao feriado Nossa Senhora Aparecida (ou dia das crianças).

- Para se ter uma real sensação de que conheceu bem a região o ideal é dedicar 8 dias somente na Chapada, assim poderá conhecer bem o norte e sul (claro que faltará muitos atrativos, por isso o ideal é voltar para realizar novos passeios).
-Ideal para se levar nesta viagem são roupas leves, tênis que já se esteja acostumado a usar, roupa de banho, toalha para caminhadas, máquina fotográfica, remédios que se toma regularmente, roupas mais quentes para as noites, chinelo, repelente e muito protetor solar.
- A variedade gastronômica em Lençóis é enorme e agrada a todos, sejam vegetarianos, veganos ou carnívoros, amantes de pizza, massa, do tradicional arroz com feijão ou das comidas típicas baianas. As outras cidades também contam com restaurantes que agradam a todos os paladares, porém não com a mesma variedade encontrada em Lençóis.
Em Andarai vale muito a pena tomar um sorvete na Sorveteria do Apollo com sabores bem peculiares como Jenipapo, Gengibre e Mangaba, além do de caipirinha.
Os pasteis de palmito de jaca da Dona Dalva é outra pedida imperdível na pracinha do Vale do Capão.
Finalizar o passeio na Galeria Arte & Memoria de Igatu torna-se ainda melhor quando aproveitamos para parar em seu café e saborear os melhores cappuccinos e crepes da região.
- A Chapada conta com uma produção de cachaça 100% orgânica, em versões prata e ouro, bem fácil de achar na região.
- Mel Flor Nativa também orgânico é ganhador de prêmios como o melhor nos Congressos Baianos de Apicultura em 2005, 2012 e 2013, e, em 2009, no Congresso Nordestino de Apicultura.
- Os artesanatos são bem variados na região e você pode encontrar marcadores de livros feitos de retalhos, adesivos “eu amo a Chapada”, café produzido na região, livros de fotografias, sabonetes artesanais, bonecos de tecidos baseados nos turistas que visitam a loja e muitos outros.

*VIDA NOTURNA:
- A vida noturna é igual à de qualquer cidade turística, com bares (com músicas ao vivo), restaurantes e um agito maior aos finais de semana, principalmente nas cidades maiores.

*COMIDA TIPICA:
- A Chapada possui uma variedade gastronômica enorme, porém os principais pratos da região são:
Godó de Banana - é um ensopado de carne de sol e banana verde.
Cortado de Palma - é um cacto nordestino refogado e servido em cubos.
Farofa de Garimpeiro - farofa feita com carne de sol frita e temperada, depois seca e prensada como paçoca.
Pastel de Palmito e Jaca
Moqueca de Jaca
Café da região também conhecido como Café Gourmet Especial
Cachaça da Chapada Diamantina
Mel Flor Nativa cultivado no Vale do Capão

Pacotes

Até Dezembro de 2018 | 8 dias
a partir de R$ 2.682,00
Nacional
Férias e Feriados
Até Dezembro de 2018 | 8 dias
a partir de R$ 2.682,00
Nacional
Férias e Feriados
Até Dezembro de 2018 | 5 dias
a partir de R$ 1.790,00
Nacional
Férias e Feriados
Saída 26/12/2018 | 7 dias
a partir de R$ 5.490,00 aéreo e terrestre
Nacional
Férias e Feriados
Saída 30/12/2018 | 8 dias
a partir de R$ 3.540,00
Nacional
Férias e Feriados
Até Dezembro de 2018 | 8 dias
a partir de R$ 2.967,00
Nacional
Saída Garantida 17/06/2018 | 8 dias
a partir de R$ 3.640,00
Nacional
Até Novembro de 2018 | 8 dias
a partir de R$ 3.191,00
Nacional

Melhor Época

A Chapada Diamantina pode ser visitada o ano todo já que cada época proporciona ao visitante uma paisagem diferente:

Março a Outubro - Período ideal para conhecer a Chapada Diamantina, principalmente quem deseja fazer um roteiro de trekking e expedições, isso porque é um período de menor incidência de chuvas.

Novembro a Fevereiro - É um período de chuvas na região, porém ainda assim é possível conhecer a Chapada e seus atrativos, sendo que alguns deles ficam ainda mais exuberantes neste período por conta do nível da água nos rios.

Setembro a Novembro - Para amantes de flora esta época do ano florescem as orquídeas na região sendo em grande variedade.

Abril a Setembro - Período onde os feixes de luz iluminam nos Poços Azul e Encantado.

Dicas

- Legal sempre ficar atento ao calendário festivo da Chapada, já que em algumas datas a cidade fica mais cheia e a confirmação de viagens e passeios é mais difícil, além estar menos sossegada do que se tem em datas normais, o que para alguns é ótimo mas para outros pode ser um problema. Segue o calendário anual (lembrando que o ideal é consultar-nos sobre a data):
• Folia dos Reis: geralmente acontece de 24/12 a 06/01, festa para homenagear os três reis magos.
• Marujada: realizada no final de janeiro (em Lençóis é realizada na Festa do Senhor dos Passos) e trata-se de uma homenagem aos marujos.
• Boi Estrela de Igatu: trata-se de uma festa adaptada do bumba meu boi que homenageia o brilho do diamante que foi muito forte na região; é realizada durante a festa de São Sebastião padroeiro de Igatu.
• Festas Juninas: como em praticamente todo o Nordeste a cultura de festa junina é bem forte e a Chapada não fica para trás, principalmente no dia de São João.
• Festival de Inverno: apesar de o nome dizer inverno o mesmo é realizado na primavera, mais precisamente em outubro, próximo ao feriado Nossa Senhora Aparecida (ou dia das crianças).

- Na mala indicamos roupas leves, tênis que já se esteja acostumado a usar, roupa de banho, toalha para caminhadas, máquina fotográfica, remédios que se toma regularmente, roupas mais quentes para as noites, chinelo, repelente e muito protetor solar.
- A variedade gastronômica em Lençóis é enorme e agrada a todos, sejam vegetarianos, veganos ou carnívoros, amantes de pizza, massa, do tradicional arroz com feijão ou das comidas típicas baianas. As outras cidades também contam com restaurantes que agradam a todos os paladares, porém não com a mesma variedade encontrada em Lençóis.
Em Andarai vale muito a pena tomar um sorvete na Sorveteria do Apollo com sabores bem peculiares como Jenipapo, Gengibre e Mangaba, além do de caipirinha.
Os pasteis de palmito de jaca da Dona Dalva é outra pedida imperdível na pracinha do Vale do Capão.
Finalizar o passeio na Galeria Arte & Memoria de Igatu torna-se ainda melhor quando aproveitamos para parar em seu café e saborear os melhores cappuccinos e crepes da região.
- A Chapada conta com uma produção de cachaça 100% orgânica, em versões prata e ouro, bem fácil de achar na região.
- Mel Flor Nativa também orgânico é ganhador de prêmios como o melhor nos Congressos Baianos de Apicultura em 2005, 2012 e 2013, e, em 2009, no Congresso Nordestino de Apicultura.
- Os artesanatos são bem variados na região e você pode encontrar marcadores de livros feitos de retalhos, adesivos “eu amo a Chapada”, café produzido na região, livros de fotografias, sabonetes artesanais, bonecos de tecidos baseados nos turistas que visitam a loja e muitos outros.

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